Perco-me em meus devaneios, pensamentos, tristezas, desafetos e duvidas. Sinto minha essência se exaurindo pelas minhas mãos. Crio ideais e construo futuros que eu mesmo sei serem intransponíveis e mesmo assim os tento.
Olho-me no espelho e me desconheço. Onde está o cara destemido, que lutava pelo que acreditava e quando caia se levantava rapidamente? Esse cara acabou, foi consumido pelas inúmeras tristezas e decepções.
Cada tristeza foi roubando algo de bom que eu retinha, ate que se acabaram tudo. Minhas forças são ínfimas perto de meus sofrimentos e angustias. E por mais que tente mudar, sempre acabo pegando um caminho diferente, mas que levará ao mesmo destino. É como se eu estivesse num anel viário e todos os caminhos convergissem ao vértice. Triste? Não, lamentável.
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